domingo, 22 de agosto de 2010


O Viaduto da Gare visto desde a Av. dos Ferroviários. O projeto apenas atendeu à função e parece não ter se preocupado com a estética.

domingo, 18 de julho de 2010

93 anos do A.T.C.

Neste 18 de julho de 2010, o Avenida Tênis Clube, de Santa Maria, completa 93 anos, desde sua fundação. A data é marcada pela 1ª assembleia que elegeu uma diretoria composta de 5 moças santa-marienses: Stellita Mariense de Campos, Aracy Pinto de Azevedo, Docelina de Arruda Gomes, Dorvalina Costa e Odette Appel Lenz que, junto com outras 4, Georgina Brenner, Violeta de Arruda Gomes, Maria Becker Pinto e Zilda Morsbach Haeffner, foram as fundadoras do clube. A idade das jovens variava entre 16 e 18 anos.
A assembleia foi realizada no palacete do Dr. Astrogildo de Azevedo, que hoje abriga o Museu Educativo da UFSM, na Rua do Acampamento.
A ideia surgira em janeiro daquele ano e, na data da 1ª assembleia, a quadra de tênis estava em construção, em dois terrenos contíguos pertencentes aos engenheiros Gustavo Vauthier e Eduardo Sabóia, na Avenida Rio Branco. A escolha do nome do clube se deve a essa localização. No domingo de 16 de setembro de 1917, foi inaugurada a quadra do Avenida Tênis Clube, festivamente embandeirada e ao som da banda de música Lyra Popular.
No decorrer desses 93 anos, o Avenida Tênis Clube esteve instalado, além do local inicial, na Praça da República (Bombeiros), 1920-22, na Praça do Mercado (Saturnino de Brito) de 1922 a 1930, novamente na Praça da República, de 1930 a 1957 e, finalmente, desde 1958, na Av. Dois de Novembro.
Em 1982, foi adquirida a área de uma antiga fábrica de manilhas, no outro lado da avenida, possibilitando uma considerável ampliação de serviços aos associados.
Quando completa 93 anos, o Avenida Tênis Clube inicia a construção do importante setor de piscinas térmicas, ginásio poliesportivo e ambientes complemetares.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Centro de Tecnologia da UFSM – 50 anos

Neste dia 30 de junho, o Centro de Tecnologia da UFSM completa 50 anos de fundação. Foi fundado pela Associação Santa-Mariense Pró-Ensino Superior, a ASPES, em 30 de junho de 1960, com o nome de Centro Politécnico de Santa Maria. O ato solene da fundação foi realizado no salão nobre da Escola Industrial Hugo Taylor.
Dois dias antes, em 28 de junho, houvera a instalação da Congregação de Professores do Centro Politécnico, composta pelos engenheiros Altair Alves, Edy Pereira dos Santos, Fernando Ramos, Flávio Rolim, Jayme Souza, José Camboim Ribas, Luiz Bollick, Paraguassu Flôres, Raphael Pillar, Telmo Jardim de Oliveira e Wilson Aita; os arquitetos Florêncio Della Méa e José Antonio Brenner; e o economista Willy Schwark. Esses 14 membros da Congregação são os fundadores do Centro de Tecnologia.
A criação dos cursos de engenharia foi uma iniciativa do Prof. José Mariano da Rocha Filho, presidente da ASPES, que contou com a atuação decisiva dos engenheiros e arquitetos locais.
O Centro Politécnico, a ser construído em área de 38,68 hectares, doada pelas famílias Behr e Tonetto, em Camobi, incluía os cursos de Engenharia Civil, Elétrica, Mecânica, Metalúrgica e de Estradas; mais os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Geografia, Física, Química e Geologia. Em fins de 1959, o projeto urbanístico estava concluído e, em 3 de janeiro de 1960, onze meses antes de ser criada a Universidade de Santa Maria, foi lançada a pedra fundamental do Centro Politécnico. No mês seguinte, o Instituto Eletrotécnico, que seria o primeiro curso, teve iniciadas as obras do seu prédio, que abriga hoje o Centro de Tecnologia.
A criação da Universidade de Santa Maria, em 14.12.1960, transformou a organização, oferecendo os Cursos de Engenharia Civil e Engenharia Elétrica. O Centro Politécnico da ASPES, foi incorporado à Universidade com a denominação de Faculdade Politécnica, cujas aulas iniciaram em março de 1962, na Escola Hugo Taylor, exceto as de expressão gráfica, que eram dadas no edifício em acabamento, em Camobi. Assim, eu fui o primeiro professor a dar aulas no campus.
Em 1965, a instituição passou a chamar-se Universidade Federal de Santa Maria-UFSM, de acordo com a lei referente à denominação e qualificação das universidades federais. A UFSM foi reestruturada em 1970, com a criação de oito centros de ensino, e a Faculdade Politécnica passou a denominar-se Centro de Tecnologia.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Friedrich Karl Brenner — 226 anos

O dia 23 de junho marca o nascimento de Friedrich Karl Brenner, meu trisavô paterno e genearca de uma grande descendência, no Brasil.
Ele nasceu em 23.6.1784, em Birkenfeld, no Hunsrück, quando a cidade era sede do Margraviado de Baden. Era filho de Johannes Brenner, tecelão de linho (Leinenweber) e Maria Katharina Lengler. Friedrich Karl seguiu a profissão de seu pai e também era músico; esses dois ofícios eram citados nos registros na terra natal e na colônia de Campo Bom.
Em 24.2.1810, ele casou com Maria Margaretha Kunz, nascida em Schloss Werdenstein junto a Hoppstädten, 5 km ao sul de Birkenfeld. Nessa época, a região estava sob domínio da França, e o casamento foi registrado em francês.
Quando decidiu emigrar, em 1828, sua cidade era sede do Principado de Birkenfeld, um exclave do Grão-Ducado de Oldenburg, 500 km ao norte.
A família chegou à Colônia Alemã de São Leopoldo, em 19 de junho de 1829, e recebeu seu lote em Campo Bom, linha colonial aberta havia quatro anos. Era composta do casal e quatro filhos: Elisabeth Philippine, com 15 anos; Juliana, 10 anos (morreu três meses após a chegada); Karl, 7 anos; e Christiana Carolina, com 3 anos.
Friedrich Karl Brenner faleceu em Campo Bom, em 22 de abril de 1843, com 58 anos de idade. Seu filho Peter, nascido naquela colônia, em 1831, mudou-se para Santa Maria, em 1857, com esposa e duas filhas, gerando uma das duas famílias Brenner da cidade.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Lançamento


O lançamento do livro Os Cassel de Santa Maria-desde o Glantal, foi muito bem-sucedido, no último dia 6 de maio, na Feira do Livro de Santa Maria. Um número expressivo de pessoas prestigiou a sessão de autógrafos, tornando a obra um dos livros mais vendidos da Feira.
Isso foi bem expressado pelo Prof. Vitor Biasoli quando autografou ao autor, em livro seu lançado na mesma data: “Ao José Antonio Brenner, pesquisador minucioso, que reuniu a maior fila de autógrafos da Feira do Livro.”
Esse sucesso é atribuído à importância da família, seu grande número de membros e de amigos, e ao interesse por sua história e pela história de Santa Maria, enfocada no livro como principal cenário em que os Cassel atuaram, vários deles em posição de liderança.

O bom êxito é também devido à ampla divulgação por convites e pela matéria publicada no jornal A Razão, no dia do lançamento. O livro apresenta aprimorada qualidade gráfica devida à Gráfica Pallotti e, principalmente ao talento de Valter Noal Filho, autor do excelente projeto gráfico e da capa.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Livro sobre os Cassel



Com grande satisfação anuncio o lançamento do meu livro Os Cassel de Santa Maria-desde o Glantal, no dia 6 de maio, quinta-feira, na Feira do Livro de Santa Maria. O trabalho durou alguns anos de muita pesquisa, preparação de imagens e busca de dados genealógicos dos ramos mais recentes, que contou com a inestimável colaboração de Paulo Cassel, tetraneto do genearca imigrante.
A narrativa remonta a meados do século XVIII, com referência ao imigrante Abraham Cassel e segue com seus filhos, nas aldeias de Rathsweiler e Ulmet, no Vale do Rio Glan – Glantal, em alemão –, na bacia do Reno. Aborda o período da ocupação francesa e a posterior imigração no Brasil em dois grupos, em 1825 e 1827.
Abraham Cassel, genearca da família, em S. Maria.
Descreve, depois, o período nas antigas colônias alemãs no Rio Grande do Sul e evidencia Santa Maria, onde se estabeleceu Abraham Cassel (foto), neto do genearca de mesmo nome. Chegou à pequena vila santa-mariense, em 1862, com sete filhos nascidos na colônia de Bom Jardim (Ivoti) que geraram extensa e importante descendência.
O relato sobre os personagens, nos cenários históricos em que viveram e atuaram, dá ênfase a Santa Maria, na época dos séculos XIX e XX.