
Friedrich Karl Brenner, o genearca de minha família, imigrou com quatro filhos e teve mais dois, após se estabelecer em Campo Bom: Johann, nascido em 1830, e Peter, em 15.11.1831.
Peter Brenner (foto) era um menino de 12 anos quando perdeu o pai e logo aprendeu a trabalhar como curtidor. Era um jovem de 20 anos quando se sentiu em condições de casar. A noiva, Maria Dorothea Schirmer, era uma adolescente de 17 anos, nascida em Campo Bom, em 3.7.1835, filha do imigrante Philipp Jakob Schirmer.
O casamento foi celebrado pelo Pastor Dr. Otto Heinrich Theodor Recke, em 31 de julho de 1852, há 157 anos. Na colônia Campo Bom viviam então cerca de 500 pessoas e ainda havia, desde 1928, a pequena igreja de madeira – o primeiro templo evangélico da Província –, além da nova igreja de alvenaria, consagrada no ano anterior. Mas, conforme registrou o Pastor, o casamento foi realizado na casa de Peter Brenner, que poderia ser a que herdara de seu pai, já que suas irmãs haviam casado e sua mãe morava com o genro Johann Bastian, na vila de São Leopoldo.
Serviram de testemunhas o colono e sapateiro Christian Spindler, que se tornou subdelegado de polícia, anos depois; o colono Karl Ludwig Habigzang, cunhado de Peter; e Heinrich Jakob Schirmer, irmão mais velho da noiva.
Peter e Maria Dorothea viveram mais cinco anos em Campo Bom, onde nasceram suas duas primeiras filhas Auguste Wilhelmine e Maria Catharina.
Em 1857, eles acompanharam o numeroso grupo familiar, liderado pelo sogro Philipp Jakob Schirmer, em mudança para Santa Maria, onde nasceram mais 11 filhos do casal.
Peter Brenner (foto) era um menino de 12 anos quando perdeu o pai e logo aprendeu a trabalhar como curtidor. Era um jovem de 20 anos quando se sentiu em condições de casar. A noiva, Maria Dorothea Schirmer, era uma adolescente de 17 anos, nascida em Campo Bom, em 3.7.1835, filha do imigrante Philipp Jakob Schirmer.
O casamento foi celebrado pelo Pastor Dr. Otto Heinrich Theodor Recke, em 31 de julho de 1852, há 157 anos. Na colônia Campo Bom viviam então cerca de 500 pessoas e ainda havia, desde 1928, a pequena igreja de madeira – o primeiro templo evangélico da Província –, além da nova igreja de alvenaria, consagrada no ano anterior. Mas, conforme registrou o Pastor, o casamento foi realizado na casa de Peter Brenner, que poderia ser a que herdara de seu pai, já que suas irmãs haviam casado e sua mãe morava com o genro Johann Bastian, na vila de São Leopoldo.
Serviram de testemunhas o colono e sapateiro Christian Spindler, que se tornou subdelegado de polícia, anos depois; o colono Karl Ludwig Habigzang, cunhado de Peter; e Heinrich Jakob Schirmer, irmão mais velho da noiva.
Peter e Maria Dorothea viveram mais cinco anos em Campo Bom, onde nasceram suas duas primeiras filhas Auguste Wilhelmine e Maria Catharina.
Em 1857, eles acompanharam o numeroso grupo familiar, liderado pelo sogro Philipp Jakob Schirmer, em mudança para Santa Maria, onde nasceram mais 11 filhos do casal.